Gêneros textuais: definição e funcionalidade
Luiz António Marcuschi
1. Gêneros textuais como práticas sócio-históricas
Já se tornou trivial a idéia de que os gêneros textuais são fenômenos históricos, profundamente vinculados à vida cultural e social. Fruto de trabalho coletivo, os gêneros contribuem para ordenar e estabilizar as atividades comunicativas do dia-a-dia. São en¬tidades sócio-discursivas e formas de ação social incontornáveis em qualquer situação comunicativa. No entanto, mesmo apresentando alto poder preditivo e interpretativo das ações humanas em qualquer contexto discursivo, os gêneros não são instrumentos estanques e enriquecedores da ação criativa. Caracterizam-se como eventos textuais altamente maleáveis, dinâmicos e plásticos. Surgem emparelhados a necessidades e atividades socioculturais, bem como na relação com inovações tecnológicas, o que é facilmente perceptível ao se considerar a quantidade de gêneros textuais hoje existentes em relação a sociedades anteriores à comunicação escrita.
Quanto a esse último aspecto, uma simples observação histórica do surgimento dos gêneros revela que, numa primeira fase, povos de cultura essencialmente oral desenvol¬veram um conjunto limitado de gêneros. Após a invenção da escrita alfabética por volta do século VII A.C., multiplicaram-se os gêneros, surgindo os típicos da escrita. Numa terceira fase, a partir do século XV, os gêneros expandiram-se com o florescimento da cultura impressa para, na fase intermediária de industrialização iniciada no século XVIII, dar início a uma grande ampliação. Hoje, em plena fase da denominada cultura eletrônica, com o telefone, o gravador, o rádio, a TV e, particularmente, o computador pessoal e sua aplicação mais notável, a internet, presenciamos uma explosão de novos gêneros e novas formas de comunicação, tanto na oralidade como na escrita.
Isto é revelador do fato de que os gêneros textuais surgem, situam-se e integram-se funcionalmente nas culturas em que se desenvolvem. Caracterizam-se muito mais por suas funções comunicativas, cognitivas e institucionais do que por suas peculiaridades lingüísticas e estruturais. São de difícil definição formal, devendo ser contemplados em seus usos e condicionamentos sociopragmáticos caracterizados como práticas socio-discursivas. Quase inúmeros em diversidade de formas, obtêm denominações nem sem¬pre unívocas e, assim como surgem podem desaparecer.
2. Novos gêneros e velhas bases
Como afirmado, não é difícil constatar que nos últimos dois séculos foram as novas tecnologias, em especial as ligadas à área da comunicação, que propiciaram o surgimento de novos gêneros textuais. Por certo, não são propriamente as tecnologias per se que originam os gêneros e sim a intensidade dos usos dessas tecnologias e suas interferências nas atividades comunicativas diárias. Assim, os grandes suportes tecnológicos da comunicação tais como o rádio, a televisão, o jornal, a revista, a internet, por terem uma presença marcante e grande centralidade nas atividades comunicativas da realidade social que ajudam a criar, vão por sua vez propiciando e abrigando gêneros novos bastante Característicos. Daí surgem formas discursivas novas, tais como editoriais, artigos de fundo, notícias, telefonemas, telegramas, telemensagens, teleconferências, videoconferências, reportagens ao vivo, cartas eletrônicas (e-mails), bate-papos virtuais, aulas virtuais e assim por diante.
Seguramente, esses novos gêneros não são inovações absolutas, quais criações ab ovo, sem uma ancoragem em outros gêneros já existentes. O fato já fora notado por Bakhtin [1997] que falava na 'transmutação' dos gêneros e na assimilação de um gênero por outro gerando novos. A tecnologia favorece a surgimento de formas inova¬doras, mas não absolutamente novas. Veja-se o caso do telefonema, que apresenta similaridade com a conversação que lhe preexiste, mas que, pelo canal telefônico, realiza-se com características próprias. Daí a diferença entre uma conversação face a face e um telefonema com as estratégias que lhe são peculiares.O e-mail (correio eletrônico) gera mensagens eletrônicas que têm nas cartas (pessoais, comerciais etc.) e nos bilhetes, seus antecessores. Contudo, as cartas eletrônicas são gêneros novos com identidades próprias, como se verá no estudo sobre gêneros emergentes na mídia virtual.
Um aspecto central no caso desses e de outros gêneros emergentes é a nova relação que instauram com os usos da linguagem como tal. Em certo sentido, possibili¬tam a redefinição de alguns aspectos centrais na observação da linguagem em uso, como, por exemplo, a relação entre a oralidade e a escrita, desfazendo ainda mais as suas fronteiras. Esses gêneros que emergiram no último século no contexto das mais diversas mídias criam formas comunicativas próprias com um certo hibridismo que desafia as relações entre oralidade e escrita e inviabiliza de forma definitiva a velha visão dicotômica ainda presente em muitos manuais de ensino de língua. Esses gêneros também permitem observar a maior integração entre os vários tipos de semioses: signos verbais, sons, imagens e formas em movimento. A linguagem dos novos gêneros torna-se cada vez mais plástica, assemelhando-se a uma coreografia e, no caso das publicidades, por exemplo, nota-se uma tendência a servirem-se de maneira sistemática dos formatos de gêneros prévios para objetivos novos. Como certos gêneros já têm um determinado uso e funcionalidade, seu investimento em outro quadro comunicativo e funcional permite enfatizar, com maior vigor, os novos objetivos.
Quanto a este último aspecto, é bom salientar que embora os gêneros textuais não se caracterizem nem se definam por aspectos formais, sejam eles estruturais ou lingüísticos, e sim por aspectos sociocomunicativas e funcionais, isso não quer dizer que estejamos desprezando a forma. Pois é evidente, como se verá, que em muitos casos são as formas que determinam o gênero e, em outros tantos, serão as funções. Contudo, haverá casos em que será o próprio suporte ou o ambiente em que os textos aparecem que determinam o gênero presente. Suponhamos o caso de um determinado texto que aparece numa revista científica e constitui um gênero denominado "artigo científico"; imaginemos ago¬ra o mesmo texto publicado num jornal diário e então ele seria um "artigo de divulgação científica". É claro que há distinções bastante claras quanto aos dois gêneros, mas para a comunidade científica, sob o ponto de vista de suas classificações, um trabalho publica¬do numa revista científica ou num jornal diário não têm a mesma classificação na hierar¬quia de valores da produção científica, embora seja o mesmo texto. Assim, num primeiro momento podemos dizer que as expressões "mesmo texto" e "mesmo gênero" não são automaticamente equivalentes. Desde que não estejam, no mesmo suporte. Estes aspectos sugerem cautela quanto a considerar o predomínio de formas ou funções para a determinação e identificação de um gênero.
[...]
(retirado de Dionísio, A . P. et alii. Géneros Textuais & Ensino, Rio de Janeiro: Editora Lucerna, 2002)
sábado, 20 de março de 2010
quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
Material aplicado na Oficina sobre Projeto
1. ACOLHIMENTO
1.1 - Entrega do poema “Renova-te” – Cecília Meireles (ANEXO 01)
2. Leitura e reflexão da mensagem.
3. Leitura do roteiro
4. DINÂMICA “A VIAGEM”
5. SENSIBILIZAÇÃO / QUESTIONAMENTOS:
5.1. Qual o nosso sonho que nunca abandonamos?
5.2. Que hora foi mais difícil para abandonar um sonho?
5.3. O que o motiva durante as dificuldades?
6. Que retribuição deve esperar para seguir corretamente todos os seus passos nesta viagem?
Fala do formador: Todos nós temos uma gama de sonhos, um leque de possibilidades/caminhos a seguir para realizá-los e a busca da realização desses sonhos depende da intensidade do nosso empenho/persistência, desejo/vontade de torná-los realidade. No percurso da vida somos levados a priorizar os sonhos de acordo com a necessidade do momento. Devemos buscar a superação das dificuldades.
Fechar dinâmica com o texto “ Malas prontas”, de Anna Carolina Daltro Sampaio (ANEXO 02)
• Distribuição da cópia do texto
• Leitura e breve reflexão do texto.
3. FORMAÇÃO DE GRUPOS 01. Sugestões para formação de grupo:
• a partir de palavras que devem ser sublinhadas no texto ”Malas prontas” pelo formador (trajetória, dificuldade, tropeços, transformação, cobrança);
• pintar o texto “Malas prontas” com cores pré-definidas(06 cores);
• distribuir miniaturas de malas coloridas(lembranças de aniversário) dividindo os grupos pelas cores.
05 minutos Cópia do texto: Malas prontas Miniaturas das malas
Lápis cêra
Orientar os cursistas sobre a necessidade de otimizar o tempo. Uso prolongado do tempo.
7.MOMENTO DE ESTUDO
1. Distribuir apostila (ANEXO 03) de Nilbo Nogueira “ Etapas de um Projeto” – Pedagogia de Projetos (Págs: 82 a 92), junto com uma comanda:
O grupo deverá:
• Ler e refletir CRITICAMENTE sobre um trecho do capítulo “ Etapas de um Projeto” do Livro Pedagogia de Projetos de Nilbo Nogueira;
• Registrar as idéias mais significativas em folhas para flip chart;
• Socializar as conclusões para os demais grupos.
Bom Trabalho!!
8. SOCIALIZAÇÃO - Cada relator deverá afixar na parede as conclusões do seu grupo à medida que forem sendo feitas as apresentações.
9. SISTEMATIZAÇÃO 01. Falar da importância da Pedagogia de Projetos:
Um projeto na verdade é, a princípio, uma irrealidade que vai se tornando real, conforme começa ganhar corpo a partir da realização de ações e consequentemente, as articulações destas. (Nilbo Nogueira)
Citar outros teóricos/estudiosos que trabalham com a Pedagogia de Projetos : Além de Nilbo Nogueira(Brasil), Jonh Dewey (filósofo e educador americano).
a. No Brasil: Miguel Arroyo( Minas Gerais), Ingedore Villaça Koch, Celso Antunes, Nilbo Nogueira, Nilson Machado.
b. Na Argentina: Emília Ferreiro, Ana Teberosky,
c. Na Espanha: Fernando Hernández
02. Enfatizar os Objetivos da Pedagogia de Projetos
Possibilitar a interação do aluno no processo da construção do conhecimento.
Viabilizar a aprendizagem real, interessante, ativa e significativa.
Proporcionar ao educando uma visão global/sistêmica da realidade e um desejo contínuo de aprender.
Ampliar e embasar as discussões sobre outros teóricos que tratam da Pedagogia de Projetos. Pouco entendimento acerca do assunto.
10. PROBLEMAS E TEMÁTICAS 01. Questionar: Que problemas são mais gritantes/recorrentes no âmbito das escolas?
02. Distribuir o texto”Elaborando um projeto pedagógico” (anexo 05), objetivando o exercício da construção de um projeto, a partir de uma problemática sugerida pelo formador.
03. Socialização da atividade em grupo (cada grupo responderá em média 01 questão)
04. Apresentar quadro e explicar os tópicos: problemática, temática e ações;
PROBLEMÁTICAS TEMÁTICAS AÇÕES
parte negativa
problema a ser resolvido parte positiva
o que se quer alcançar o que fazer para alcançar
05. Distribuir um quadro idêntico para preenchimento por grupo e pedir que todos sinalizem uma problemática comum às escolas, uma temática e uma possível ação (anexo 06)
Observação: Sugerimos também, nesse tópico 07 a atividade ”Elaborando um projeto pedagógico”(Anexo 05) para enriquecer o trabalho de construção de projeto. O formador deve analisar e sentir-se à vontade para aplicar ou não essa atividade atentando para o tempo.
Dificuldade em distinguir problemática de temática.
Falar da importância de enfatizar sempre o aspecto positivo para reverter a situação negativa. Uso prolongado do tempo.
Ficar na superficialidade.
Cursista acharem que não são capazes de realizar o projeto.
8. ORIENTAÇÕES DE PROJETO 1. Distribuir orientações para elaboração de um Projeto.
- Etapas para o Projeto GESTAR II (ANEXO 07)
- Apresentação do Projeto (ANEXO 08)
2. Ler, explicar e tirar possíveis dúvidas.
20 minutos Cópia com as orientações para a realização do PROJETO. Orientar para que lembrem durante a construção do projeto, dos pontos solicitados. Os cursistas poderão ter dúvidas quanto à realização do projeto.
9. AVALIAÇÃO 01. Entregar avaliações em forma de pezinho (ANEXO 09), com o seguinte questionamento:
O que a oficina propiciou para que você dê o primeiro passo na construção de um projeto?
02. Pedir a alguns cursistas que socializem suas avaliações (montar um caminho no chão com os pezinhos)
Observação: Colocar a música “ Tente outra vez” Raul Seixas (de fundo) (ANEXO 10)
Sinalizar a importância de se avaliar a oficina para melhora do crescimento profissional.
Cursista não desejar registrar suas impressões sobre a oficina.
10. ENCERRAMENTO
01. Apresentar objetivo fazendo referências a trechos da música.
02.Mobilizar os cursistas para a próxima oficina.
Começamos pelo poema
Renova-te.
Renasce em ti mesmo.
Multiplica os teus olhos, para verem mais.
Multiplica-se os teus braços para semeares tudo.
Destrói os olhos que tiverem visto.
Cria outros, para as visões novas.
Destrói os braços que tiverem semeado,
Para se esquecerem de colher.
Sê sempre o mesmo.
Sempre outro. Mas sempre alto.
Sempre longe.
E dentro de tudo.
Cecília Meireles
Continuamos com
MALAS PRONTAS
Anna Carolina Daltro Sampaio
Tenho um encontro marcado comigo.
Preciso viajar até o interior do meu eu.
Sossegar... aquietar-me... calar...
Sentir o meu eu... escutar a minha voz...
Conhecer quem eu sou... como estou...
Descobrir quem desejo e mereço vir a ser...
Desvendar meus ideais... decifrar meus
Sonhos... Conceber a trajetória...
Juntar coragem... ousadia... paixão... fé...
Preparar-me... animar-me...
Dar a partida! Sair em busca! Passo a passo...
VOU CAMINHANDO... SIGO VIAGEM!!!
Tropeços... dúvidas... incertezas...
Erros... medos... cobranças... Mas ainda assim
Sigo... Passo a passo... continuo viagem!
As mãos em movimento... o milagre da
Transformação.
Alegrias, encontros, sucessos... não tardam.
A certeza do quanto e de como sou capaz
Fortalece o meu SER
Aventureiro e sonhador. Cientista e lunático
Guerreiro e educador. Solidário e político
CIDADÃO!
VOU CONSTRUINDO... SIGO VIAGEM!
Dia a dia... malas prontas... dia após dia...
Plantão permanente ... aprendendo e
Descobrindo...
Prontidão poderosa... refletindo e agindo...
Contra a rotina, contra a mesmice.
Cada dia... um novo dia.
Cada dia... uma nova aventura.
Todo dia... sempre... um novo porto...
Ou um novo parto... uma nova estação.
Cada dia... todo dia...
Um novo eu.
SENDO FELIZ...
VIVENDO EM PAZ.
Mostramos as
ETAPAS PARA O PROJETO/GESTAR II segundo Nilbo Nogueira
1. PROBLEMÁTICA: deve ter uma relação direta com a temática. È a constatação de uma situação de entrave à aprendizagem, ao trabalho.
2. TEMÁTICA: é a proposta para sanar, atenuar o problema identificado/escolhido. Deve ser definida visando também desenvolver os conhecimentos adquiridos no programa, contextualizando-os à realidade da sala de aula.
3. JUSTIFICATIVA: por que realizar o projeto? Esclarecer a importância para o grupo, tendo como referência a proposta curricular. A justificativa pode aparecer dentro da problemática.
4. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA: deve conter teóricos que embasem os argumentos apresentados.
5. OBJETIVOS GERAIS: deve estar representando objetivos que determinam mudanças (atitudinais, comportamentais e conceituais) amplas como: formar cidadão, visão crítica, leitor crítico, produtor autônomo, usuário da língua etc.
6. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: (para quê?) tem uma relação direta com os conteúdos. Representa objetivos menores, destrinchando o objetivo geral. Ações que dizem como se vai alcançar o objetivo geral.
Exemplos de verbos: (que mostra o comportamento que se deseja alcançar com os alunos): pesquisar, comparar, contribuir, identificar, observar criticamente, conscientizar, concluir, conhecer, analisar, inferir, interpretar.
7. METODOLOGIA: como serão executadas as ações propostas. São ações efetivas. Como cada um vai atuar dentro do processo. Na metodologia devem estar presentes a relação das estratégias (como será o caminho, a forma escolhida e recursos para trabalhar os conteúdos).
Exemplos de verbos: confeccionar, investigar, discutir, analisar, debater, realizar oficinas, promover atividades, ler livros, produzir.
Exemplos de substantivos: leitura, pesquisa, elaboração, produção, comparação, audições, visitas, trabalhos em grupos, aulas, seminários, palestras, dinâmicas.
8. CONTEÚDOS: os conteúdos levantados devem ter relação com a temática. Deve-se observar também a adequação quanto à quantidade e maturidade do público envolvido. Os temas podem abordados nos conteúdos. Os conteúdos podem estar presentes na metodologia e incluído os recursos que serão utilizados para as ações.
9. PÚBLICO ALVO: equipe de trabalho – estão relacionados às pessoas envolvidas e suas atribuições na execução do projeto.
10. CRONOGRAMA: como o projeto vai ser executado e cada fase. Quando? Quem fará? Por quanto tempo?
11. RECURSOS: pessoas envolvidas ativamente no desenvolvimento do projeto e os instrumentos e materiais para a concretização do mesmo.
12. AVALIAÇÃO: como vai ser avaliado o projeto (serão criados instrumentos?), o acompanhamento, a constatação das mudanças. È de responsabilidade de todos.
13. REFERÊNCIAS: bibliografia consultada para a elaboração do projeto.
Dissemos como apresentar o projeto:
APRESENTAÇÃO DO PROJETO
O trabalho deverá abordar uma problemática da educação de interesse do professor cursista. Nesse trabalho o professor definirá temática, a problemática a ser desenvolvida, fundamentação teórica, objetivos a serem atingidos, metodologia, cronograma, equipe de trabalho, avaliação, bibliografia e anexos com textos variados.
Especificidades técnicas sobre o projeto:
• Impressão em duas vias (professor cursista e formador);
• Papel A4, margens: Superior e esquerda 3,0 cm; Inferior e direito 2,0 cm;
• Espaço 1,5, fonte tamanho 12 Arial ou times New Roman
• O projeto deverá conter nome da escola na qual se desenvolverá o trabalho, professores autores, nome do projeto (temática), local e data.
A análise dos trabalhos seguirá os seguintes critérios:
• Sustentação do tema em todo o desenvolvimento do trabalho;
• Clareza das atividades perante objetivos propostos;
• Adequação das atividades à(s) série(s) proposta(s);
• Grau de importância e relevância temática;
• Coerência e consistência da linguagem e das idéias;
• Uso adequado do referencial teórico e atualidade do trabalho;
• Consideração às partes descritas no guia geral e adaptadas à realidade do Programa Bahia;
• Relação entre proposta de trabalho e os Parâmetros Curriculares Nacionais.
Finalizamos com a música e letra "Tente outra vez"
Tente Outra Vez - Raul Seixas
Composição: Raul Seixas / Marcelo Motta / Paulo Coelho
Veja!
Não diga que a canção
Está perdida
Tenha em fé em Deus
Tenha fé na vida
Tente outra vez!...
Beba! (Beba!)
Pois a água viva
Ainda tá na fonte
(Tente outra vez!)
Você tem dois pés
Para cruzar a ponte
Nada acabou!
Não! Não! Não!...
Oh! Oh! Oh! Oh!
Tente!
Levante sua mão sedenta
E recomece a andar
Não pense
Que a cabeça agüenta
Se você parar
Não! Não! Não!
Não! Não! Não!...
Há uma voz que canta
Uma voz que dança
Uma voz que gira
(Gira!)
Bailando no ar
Uh! Uh! Uh!...
Queira! (Queira!)
Basta ser sincero
E desejar profundo
Você será capaz
De sacudir o mundo
Vai!
Tente outra vez!
Humrum!...
Tente! (Tente!)
E não diga
Que a vitória está perdida
Se é de batalhas
Que se vive a vida
Han!
Tente outra vez!...
E convidamos nossas e nossos cursistas para próxima oficina:
1.1 - Entrega do poema “Renova-te” – Cecília Meireles (ANEXO 01)
2. Leitura e reflexão da mensagem.
3. Leitura do roteiro
4. DINÂMICA “A VIAGEM”
5. SENSIBILIZAÇÃO / QUESTIONAMENTOS:
5.1. Qual o nosso sonho que nunca abandonamos?
5.2. Que hora foi mais difícil para abandonar um sonho?
5.3. O que o motiva durante as dificuldades?
6. Que retribuição deve esperar para seguir corretamente todos os seus passos nesta viagem?
Fala do formador: Todos nós temos uma gama de sonhos, um leque de possibilidades/caminhos a seguir para realizá-los e a busca da realização desses sonhos depende da intensidade do nosso empenho/persistência, desejo/vontade de torná-los realidade. No percurso da vida somos levados a priorizar os sonhos de acordo com a necessidade do momento. Devemos buscar a superação das dificuldades.
Fechar dinâmica com o texto “ Malas prontas”, de Anna Carolina Daltro Sampaio (ANEXO 02)
• Distribuição da cópia do texto
• Leitura e breve reflexão do texto.
3. FORMAÇÃO DE GRUPOS 01. Sugestões para formação de grupo:
• a partir de palavras que devem ser sublinhadas no texto ”Malas prontas” pelo formador (trajetória, dificuldade, tropeços, transformação, cobrança);
• pintar o texto “Malas prontas” com cores pré-definidas(06 cores);
• distribuir miniaturas de malas coloridas(lembranças de aniversário) dividindo os grupos pelas cores.
05 minutos Cópia do texto: Malas prontas Miniaturas das malas
Lápis cêra
Orientar os cursistas sobre a necessidade de otimizar o tempo. Uso prolongado do tempo.
7.MOMENTO DE ESTUDO
1. Distribuir apostila (ANEXO 03) de Nilbo Nogueira “ Etapas de um Projeto” – Pedagogia de Projetos (Págs: 82 a 92), junto com uma comanda:
O grupo deverá:
• Ler e refletir CRITICAMENTE sobre um trecho do capítulo “ Etapas de um Projeto” do Livro Pedagogia de Projetos de Nilbo Nogueira;
• Registrar as idéias mais significativas em folhas para flip chart;
• Socializar as conclusões para os demais grupos.
Bom Trabalho!!
8. SOCIALIZAÇÃO - Cada relator deverá afixar na parede as conclusões do seu grupo à medida que forem sendo feitas as apresentações.
9. SISTEMATIZAÇÃO 01. Falar da importância da Pedagogia de Projetos:
Um projeto na verdade é, a princípio, uma irrealidade que vai se tornando real, conforme começa ganhar corpo a partir da realização de ações e consequentemente, as articulações destas. (Nilbo Nogueira)
Citar outros teóricos/estudiosos que trabalham com a Pedagogia de Projetos : Além de Nilbo Nogueira(Brasil), Jonh Dewey (filósofo e educador americano).
a. No Brasil: Miguel Arroyo( Minas Gerais), Ingedore Villaça Koch, Celso Antunes, Nilbo Nogueira, Nilson Machado.
b. Na Argentina: Emília Ferreiro, Ana Teberosky,
c. Na Espanha: Fernando Hernández
02. Enfatizar os Objetivos da Pedagogia de Projetos
Possibilitar a interação do aluno no processo da construção do conhecimento.
Viabilizar a aprendizagem real, interessante, ativa e significativa.
Proporcionar ao educando uma visão global/sistêmica da realidade e um desejo contínuo de aprender.
– Características de um Projeto
Ampliar e embasar as discussões sobre outros teóricos que tratam da Pedagogia de Projetos. Pouco entendimento acerca do assunto.
10. PROBLEMAS E TEMÁTICAS 01. Questionar: Que problemas são mais gritantes/recorrentes no âmbito das escolas?
02. Distribuir o texto”Elaborando um projeto pedagógico” (anexo 05), objetivando o exercício da construção de um projeto, a partir de uma problemática sugerida pelo formador.
03. Socialização da atividade em grupo (cada grupo responderá em média 01 questão)
04. Apresentar quadro e explicar os tópicos: problemática, temática e ações;
PROBLEMÁTICAS TEMÁTICAS AÇÕES
parte negativa
problema a ser resolvido parte positiva
o que se quer alcançar o que fazer para alcançar
05. Distribuir um quadro idêntico para preenchimento por grupo e pedir que todos sinalizem uma problemática comum às escolas, uma temática e uma possível ação (anexo 06)
Observação: Sugerimos também, nesse tópico 07 a atividade ”Elaborando um projeto pedagógico”(Anexo 05) para enriquecer o trabalho de construção de projeto. O formador deve analisar e sentir-se à vontade para aplicar ou não essa atividade atentando para o tempo.
Dificuldade em distinguir problemática de temática.
Falar da importância de enfatizar sempre o aspecto positivo para reverter a situação negativa. Uso prolongado do tempo.
Ficar na superficialidade.
Cursista acharem que não são capazes de realizar o projeto.
8. ORIENTAÇÕES DE PROJETO 1. Distribuir orientações para elaboração de um Projeto.
- Etapas para o Projeto GESTAR II (ANEXO 07)
- Apresentação do Projeto (ANEXO 08)
2. Ler, explicar e tirar possíveis dúvidas.
20 minutos Cópia com as orientações para a realização do PROJETO. Orientar para que lembrem durante a construção do projeto, dos pontos solicitados. Os cursistas poderão ter dúvidas quanto à realização do projeto.
9. AVALIAÇÃO 01. Entregar avaliações em forma de pezinho (ANEXO 09), com o seguinte questionamento:
O que a oficina propiciou para que você dê o primeiro passo na construção de um projeto?
02. Pedir a alguns cursistas que socializem suas avaliações (montar um caminho no chão com os pezinhos)
Observação: Colocar a música “ Tente outra vez” Raul Seixas (de fundo) (ANEXO 10)
Sinalizar a importância de se avaliar a oficina para melhora do crescimento profissional.
Cursista não desejar registrar suas impressões sobre a oficina.
10. ENCERRAMENTO
01. Apresentar objetivo fazendo referências a trechos da música.
02.Mobilizar os cursistas para a próxima oficina.
Começamos pelo poema
Renova-te.
Renasce em ti mesmo.
Multiplica os teus olhos, para verem mais.
Multiplica-se os teus braços para semeares tudo.
Destrói os olhos que tiverem visto.
Cria outros, para as visões novas.
Destrói os braços que tiverem semeado,
Para se esquecerem de colher.
Sê sempre o mesmo.
Sempre outro. Mas sempre alto.
Sempre longe.
E dentro de tudo.
Cecília Meireles
Continuamos com
MALAS PRONTAS
Anna Carolina Daltro Sampaio
Tenho um encontro marcado comigo.
Preciso viajar até o interior do meu eu.
Sossegar... aquietar-me... calar...
Sentir o meu eu... escutar a minha voz...
Conhecer quem eu sou... como estou...
Descobrir quem desejo e mereço vir a ser...
Desvendar meus ideais... decifrar meus
Sonhos... Conceber a trajetória...
Juntar coragem... ousadia... paixão... fé...
Preparar-me... animar-me...
Dar a partida! Sair em busca! Passo a passo...
VOU CAMINHANDO... SIGO VIAGEM!!!
Tropeços... dúvidas... incertezas...
Erros... medos... cobranças... Mas ainda assim
Sigo... Passo a passo... continuo viagem!
As mãos em movimento... o milagre da
Transformação.
Alegrias, encontros, sucessos... não tardam.
A certeza do quanto e de como sou capaz
Fortalece o meu SER
Aventureiro e sonhador. Cientista e lunático
Guerreiro e educador. Solidário e político
CIDADÃO!
VOU CONSTRUINDO... SIGO VIAGEM!
Dia a dia... malas prontas... dia após dia...
Plantão permanente ... aprendendo e
Descobrindo...
Prontidão poderosa... refletindo e agindo...
Contra a rotina, contra a mesmice.
Cada dia... um novo dia.
Cada dia... uma nova aventura.
Todo dia... sempre... um novo porto...
Ou um novo parto... uma nova estação.
Cada dia... todo dia...
Um novo eu.
SENDO FELIZ...
VIVENDO EM PAZ.
Mostramos as
ETAPAS PARA O PROJETO/GESTAR II segundo Nilbo Nogueira
1. PROBLEMÁTICA: deve ter uma relação direta com a temática. È a constatação de uma situação de entrave à aprendizagem, ao trabalho.
2. TEMÁTICA: é a proposta para sanar, atenuar o problema identificado/escolhido. Deve ser definida visando também desenvolver os conhecimentos adquiridos no programa, contextualizando-os à realidade da sala de aula.
3. JUSTIFICATIVA: por que realizar o projeto? Esclarecer a importância para o grupo, tendo como referência a proposta curricular. A justificativa pode aparecer dentro da problemática.
4. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA: deve conter teóricos que embasem os argumentos apresentados.
5. OBJETIVOS GERAIS: deve estar representando objetivos que determinam mudanças (atitudinais, comportamentais e conceituais) amplas como: formar cidadão, visão crítica, leitor crítico, produtor autônomo, usuário da língua etc.
6. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: (para quê?) tem uma relação direta com os conteúdos. Representa objetivos menores, destrinchando o objetivo geral. Ações que dizem como se vai alcançar o objetivo geral.
Exemplos de verbos: (que mostra o comportamento que se deseja alcançar com os alunos): pesquisar, comparar, contribuir, identificar, observar criticamente, conscientizar, concluir, conhecer, analisar, inferir, interpretar.
7. METODOLOGIA: como serão executadas as ações propostas. São ações efetivas. Como cada um vai atuar dentro do processo. Na metodologia devem estar presentes a relação das estratégias (como será o caminho, a forma escolhida e recursos para trabalhar os conteúdos).
Exemplos de verbos: confeccionar, investigar, discutir, analisar, debater, realizar oficinas, promover atividades, ler livros, produzir.
Exemplos de substantivos: leitura, pesquisa, elaboração, produção, comparação, audições, visitas, trabalhos em grupos, aulas, seminários, palestras, dinâmicas.
8. CONTEÚDOS: os conteúdos levantados devem ter relação com a temática. Deve-se observar também a adequação quanto à quantidade e maturidade do público envolvido. Os temas podem abordados nos conteúdos. Os conteúdos podem estar presentes na metodologia e incluído os recursos que serão utilizados para as ações.
9. PÚBLICO ALVO: equipe de trabalho – estão relacionados às pessoas envolvidas e suas atribuições na execução do projeto.
10. CRONOGRAMA: como o projeto vai ser executado e cada fase. Quando? Quem fará? Por quanto tempo?
11. RECURSOS: pessoas envolvidas ativamente no desenvolvimento do projeto e os instrumentos e materiais para a concretização do mesmo.
12. AVALIAÇÃO: como vai ser avaliado o projeto (serão criados instrumentos?), o acompanhamento, a constatação das mudanças. È de responsabilidade de todos.
13. REFERÊNCIAS: bibliografia consultada para a elaboração do projeto.
Dissemos como apresentar o projeto:
APRESENTAÇÃO DO PROJETO
O trabalho deverá abordar uma problemática da educação de interesse do professor cursista. Nesse trabalho o professor definirá temática, a problemática a ser desenvolvida, fundamentação teórica, objetivos a serem atingidos, metodologia, cronograma, equipe de trabalho, avaliação, bibliografia e anexos com textos variados.
Especificidades técnicas sobre o projeto:
• Impressão em duas vias (professor cursista e formador);
• Papel A4, margens: Superior e esquerda 3,0 cm; Inferior e direito 2,0 cm;
• Espaço 1,5, fonte tamanho 12 Arial ou times New Roman
• O projeto deverá conter nome da escola na qual se desenvolverá o trabalho, professores autores, nome do projeto (temática), local e data.
A análise dos trabalhos seguirá os seguintes critérios:
• Sustentação do tema em todo o desenvolvimento do trabalho;
• Clareza das atividades perante objetivos propostos;
• Adequação das atividades à(s) série(s) proposta(s);
• Grau de importância e relevância temática;
• Coerência e consistência da linguagem e das idéias;
• Uso adequado do referencial teórico e atualidade do trabalho;
• Consideração às partes descritas no guia geral e adaptadas à realidade do Programa Bahia;
• Relação entre proposta de trabalho e os Parâmetros Curriculares Nacionais.
Finalizamos com a música e letra "Tente outra vez"
Tente Outra Vez - Raul Seixas
Composição: Raul Seixas / Marcelo Motta / Paulo Coelho
Veja!
Não diga que a canção
Está perdida
Tenha em fé em Deus
Tenha fé na vida
Tente outra vez!...
Beba! (Beba!)
Pois a água viva
Ainda tá na fonte
(Tente outra vez!)
Você tem dois pés
Para cruzar a ponte
Nada acabou!
Não! Não! Não!...
Oh! Oh! Oh! Oh!
Tente!
Levante sua mão sedenta
E recomece a andar
Não pense
Que a cabeça agüenta
Se você parar
Não! Não! Não!
Não! Não! Não!...
Há uma voz que canta
Uma voz que dança
Uma voz que gira
(Gira!)
Bailando no ar
Uh! Uh! Uh!...
Queira! (Queira!)
Basta ser sincero
E desejar profundo
Você será capaz
De sacudir o mundo
Vai!
Tente outra vez!
Humrum!...
Tente! (Tente!)
E não diga
Que a vitória está perdida
Se é de batalhas
Que se vive a vida
Han!
Tente outra vez!...
E convidamos nossas e nossos cursistas para próxima oficina:
Material aplicado na Oficina Introdutória
Principais aspectos da estrutura da Formação Continuada de Professores do Programa GESTAR II sinalizados no GUIA GERAL, mas que são tratados de forma diferenciada pelo GESTAR BAHIA.
ASPECTO GUIA GERAL GESTAR BAHIA
1. PARTICIPAÇÃO DO PROFESSOR O cursista deve ser um professor de Matemática ou Língua Portuguesa e estar em efetivo exercício, p. 14-16. O cursista pode não estar em efetivo exercício, desde que a sua formação seja na área de Matemática ou Língua Portuguesa e/ou, ainda que possua formação em outra área, esteja ensinando Matemática ou LP, no Ensino Fundamental II e Médio. Além disso, diretores, coordenadores e técnicos de DIREC podem participar como tutores e, ainda, professores que façam jus à Gratificação ao Aperfeiçoamento Profissional compatível com a estrutura do Curso que o GESTAR possui, segundo o que rege o Art. 82, Inciso I, do Estatuto do Magistério Público do Estado da Bahia.
2. TEMPO DE FORMAÇÃO 1 ano, p. 15 Aproximadamente 1 ano e meio.
3. ACOMPANHAMENTO PEDAGÓGICO Além do Plantão Pedagógico, o professor também tem direito ao Acompanhamento Pedagógico (ações diferenciadas), p. 16 e 50. É feito apenas o Plantão Pedagógico ao professor cursista.
4. OBSERVAÇÃO PRELIMINAR Recomenda que o cursista seja observado no início de GESTAR, p. 16. Não faz este tipo de observação.
5. OBSERVAÇÃO DA PRÁTICA Sugere um instrumento sistemático do registro da observação da prática do cursista, p. 17. Não possui um instrumento para esta ação.
6. AVALIAÇÃO EXTERNA Realização de duas avaliações do desempenho escolar dos alunos, de caráter externo, ambas diagnósticas, uma no início (entrada) e outra ao final do Programa (saída), p. 17. Não é realizada este tipo de avaliação.
7. AVALIAÇÃO DO CURSISTA O professor será avaliado, nas sessões presenciais coletivas, pelo material que produz, pelo desempenho em sala de aula e por avaliações de conteúdo, p. 17. Além disso, pela implementação de um projeto pedagógico na escola, p. 18, e pela organização de um portfólio com todos os seus trabalhos desenvolvidos ao longo do curso, p. 51.
O professor é avaliado pela freqüência às sessões presenciais coletivas, pelo material que produz, principalmente, pela aplicação das atividades em sala de aula, pela implementação de um projeto pedagógico na escola e pela organização de um portfólio com todos os seus trabalhos desenvolvidos.
8. AAA Cadernos de Atividades de Apoio à Aprendizagem do Aluno que são complementares aos Cadernos de Teoria e Prática e que visam sanar deficiências detectadas nas Avaliações Diagnósticas, através de um banco de planos de aulas. Possui na versão do aluno e do professor, p. 67-72. Não contou com esses Cadernos até o ano passado (2008). Em 2009 a proposta é fazer uso dos AAA, principalmente, como banco de atividades para desenvolver habilidades sinalizadas pelos descritores do INEP.
9. ESTUDO DOS TEXTOS DE REFERÊNCIA Os estudos são obrigatórios e fazem parte da carga horária, p.46 e 49. Não se configurou obrigatoriedade aos estudos desses textos. Em 2009, a proposta é trabalhar esses textos nas oficinas de formação.
10. APLICAÇÃO DA ATIVIDADE DE LP - A cada duas unidades estudadas, deve ser entregue uma Lição de Casa (Relato de um Avançando na Prática – Atividade a ser realizada com os alunos), p. 46.
A entrega do relato, por parte do cursista, deve ser no mesmo dia de desenvolvimento da oficina das respectivas unidades. A Lição de Casa é escolhida de qualquer unidade do TP, observando principalmente as atividades da Transposição Didática. Em relação ao registro escrito da atividade, é entregue ao cursista uma lista de tópicos com as principais informações que devem constar no seu relato.
A entrega do relato é, geralmente, após o desenvolvimento da oficina das respectivas unidades.
11. APLICAÇÃO DA ATIVIDADE DE
MATEMÁTICA A Lição de Casa (Relato de uma Transposição didática) é com base no Socializando o seu Conhecimento, seção do TP onde possui descritos os principais pontos para aplicação das atividades em sala de aula, e estará apenas nas unidades pares, p. 49.
A entrega do relato, por parte do cursista, deve ser no mesmo dia de desenvolvimento da oficina das respectivas unidades. A Lição de Casa é escolhida de qualquer unidade do TP, observando principalmente as atividades da Transposição Didática. Em relação ao registro escrito da atividade, é entregue ao cursista uma lista de tópicos com as principais informações que devem constar no seu relato.
A entrega do relato é, geralmente, após o desenvolvimento da oficina das respectivas unidades.
12. COMPENSAÇÃO DE FALTA ÀS ATIVIDADES PRESENCIAIS Se por motivo de saúde o cursista perder uma atividade presencial, poderá compensá-la com outras atividades, a critério do formador, p. 51. A compensação das faltas é feita através da reposição de Oficinas às quais o cursista apresentou um atestado médico. Elas são realizadas a critério do formador, sem caráter obrigatório e de acordo a realidade de cada um, considerando um número máximo de oficinas a serem repostas. Neste caso, o atestado do cursista não abona a falta, salvo as situações regulamentadas pelo Estauto do Magistério Público.
13. FREQUÊNCIA Mínimo de 90%, p. 51. Mínimo de 75%, de acordo com o Estatuto do Magistério Público.
14. CARGA HORÁRIA Carga Horária Total de 300h, p. 53. Carga Horária Total de 373h.
15. AVALIAÇÃO DO PROGRAMA Sugere que, ao final de cada módulo, seja feita uma reunião de Avaliação das ações e do progresso dos alunos frente as propostas do GESTAR II com toda a Comunidade Escolar (diretor, professores, pais, funcionários e demais integrantes da Comunidade), p. 53. Não é realizada este tipo de avaliação.
ORIENTAÇÕES AO CURSISTA
Coordenador, Diretor, Vice-diretor (sem turma) e Técnico da Direc
Gestar II - Língua portuguesa / Matemática
1. Informações que devem constar no Relato do professor cursista coordenador a ser entregue ao formador:
Desenvolvimento da Atividade/Procedimentos (item 5.1): Descrever, passo a passo, como você desenvolveria a atividade na sala de aula. Qual objetivo da Atividade: objetivos percebidos que se pretenda alcançar com esta atividade, observando o conteúdo da seção.
Habilidades a serem desenvolvidas: consultar PCN da área. Sugestões: Por exemplo, como seria feito a mobilização de conhecimentos prévios, estratégias de formação de grupos, entrega do material, discussão e contextualização, trabalho em grupo, mediação, apresentação dos grupos, produção ou desenvolvimento de atividades, sistematização e avaliação.
Nos item 5.2 relate a análise crítica da atividade: reflexão sobre o tema do caderno, relação do objetivo da seção com a atividade proposta, duração da atividade em número necessário de aulas para o seu bom desenvolvimento, recursos necessários, viabilidade do trabalho em grupo, outras sugestões, textos outros e procedimentos.
2. Nos campos, 1 e 2, digite todas as informações solicitadas. O item 3 e 4 é reservado ao formador.
3. Nos campos 5 caso o espaço não seja suficiente, insira as linhas (continuando a digitar) que se fizerem necessárias para a redação de suas considerações.
4. Prime pela organização do seu trabalho. Se possível apresente o seu relato digitado. Lembre-se que a qualidade e organização de cada um dos seus relatos repercutirá na apresentação final do seu Portfólio.
5. Salve este formulário em seu computador como “modelo de relato”.
6. Numere as páginas, rubricando aquelas onde não conste sua assinatura.
7. Anexos: textos, atividades elaboradas (procedimentos).
ORIENTAÇÕES AO PROFESSOR CURSISTA – L.Portuguesa/Matemática
1. Informações que devem constar no Relato do professor cursista a ser entregue ao Formador:
• Desenvolvimento da Atividade/Procedimentos (item 5.1): Descrever, por aula e passo a passo, a atividade desenvolvida. Por exemplo, como foi feita a mobilização de conhecimentos prévios, estratégias de formação de grupos, entrega do material, discussão e contextualização, trabalho em grupo, mediação, apresentação dos grupos, produção ou desenvolvimento de atividades, sistematização e avaliação.
• Nos itens 5.2 e 5.3, relate, também minuciosamente, os aspectos que o levaram a considerar que os objetivos previstos foram ou não alcançados. Atente para inserir suas reflexões críticas sobre a atividade, inclusive avaliando e descrevendo as estratégias utilizadas por você e pelos alunos durante a realização.
• Relato por escrito dos alunos referente às estratégias utilizadas no desenvolvimento das atividades.
• Avaliação crítica dos alunos, por escrito, em relação à atividade aplicada.
• Anexos: Textos complementares, produções, exercícios, fotos legendadas.
2. Nos campos, 1 e 2, digite todas as informações solicitadas. O item 3 e 4 é reservado ao formador.
3. Planeje passo a passo a atividade a ser aplicada, não esquecendo os riscos e ações preventivas. Lembre-se que o seu empenho propiciará um ambiente de ensino-aprendizagem adequado e facilitará o desenvolvimento dos alunos.
4. Nos campo 5 caso o espaço não seja suficiente, insira as linhas (continuando a digitar) que se fizerem necessárias para a redação de suas considerações.
5. Para melhorar a qualidade do seu trabalho, se possível, registre fotograficamente diversos momentos da realização da atividade, anexando as fotos ao seu relatório (as fotos podem ser impressas em papel ofício).
6. Prime pela organização do seu trabalho. Se possível apresente o seu relato digitado. Lembre-se que a qualidade e organização de cada um dos seus relatos repercutirão na apresentação final do seu Portfólio.
7. Salve este formulário em seu computador como “modelo de relato”.
8. Numere as páginas, rubricando aquelas onde não conste sua assinatura.
ASPECTO GUIA GERAL GESTAR BAHIA
1. PARTICIPAÇÃO DO PROFESSOR O cursista deve ser um professor de Matemática ou Língua Portuguesa e estar em efetivo exercício, p. 14-16. O cursista pode não estar em efetivo exercício, desde que a sua formação seja na área de Matemática ou Língua Portuguesa e/ou, ainda que possua formação em outra área, esteja ensinando Matemática ou LP, no Ensino Fundamental II e Médio. Além disso, diretores, coordenadores e técnicos de DIREC podem participar como tutores e, ainda, professores que façam jus à Gratificação ao Aperfeiçoamento Profissional compatível com a estrutura do Curso que o GESTAR possui, segundo o que rege o Art. 82, Inciso I, do Estatuto do Magistério Público do Estado da Bahia.
2. TEMPO DE FORMAÇÃO 1 ano, p. 15 Aproximadamente 1 ano e meio.
3. ACOMPANHAMENTO PEDAGÓGICO Além do Plantão Pedagógico, o professor também tem direito ao Acompanhamento Pedagógico (ações diferenciadas), p. 16 e 50. É feito apenas o Plantão Pedagógico ao professor cursista.
4. OBSERVAÇÃO PRELIMINAR Recomenda que o cursista seja observado no início de GESTAR, p. 16. Não faz este tipo de observação.
5. OBSERVAÇÃO DA PRÁTICA Sugere um instrumento sistemático do registro da observação da prática do cursista, p. 17. Não possui um instrumento para esta ação.
6. AVALIAÇÃO EXTERNA Realização de duas avaliações do desempenho escolar dos alunos, de caráter externo, ambas diagnósticas, uma no início (entrada) e outra ao final do Programa (saída), p. 17. Não é realizada este tipo de avaliação.
7. AVALIAÇÃO DO CURSISTA O professor será avaliado, nas sessões presenciais coletivas, pelo material que produz, pelo desempenho em sala de aula e por avaliações de conteúdo, p. 17. Além disso, pela implementação de um projeto pedagógico na escola, p. 18, e pela organização de um portfólio com todos os seus trabalhos desenvolvidos ao longo do curso, p. 51.
O professor é avaliado pela freqüência às sessões presenciais coletivas, pelo material que produz, principalmente, pela aplicação das atividades em sala de aula, pela implementação de um projeto pedagógico na escola e pela organização de um portfólio com todos os seus trabalhos desenvolvidos.
8. AAA Cadernos de Atividades de Apoio à Aprendizagem do Aluno que são complementares aos Cadernos de Teoria e Prática e que visam sanar deficiências detectadas nas Avaliações Diagnósticas, através de um banco de planos de aulas. Possui na versão do aluno e do professor, p. 67-72. Não contou com esses Cadernos até o ano passado (2008). Em 2009 a proposta é fazer uso dos AAA, principalmente, como banco de atividades para desenvolver habilidades sinalizadas pelos descritores do INEP.
9. ESTUDO DOS TEXTOS DE REFERÊNCIA Os estudos são obrigatórios e fazem parte da carga horária, p.46 e 49. Não se configurou obrigatoriedade aos estudos desses textos. Em 2009, a proposta é trabalhar esses textos nas oficinas de formação.
10. APLICAÇÃO DA ATIVIDADE DE LP - A cada duas unidades estudadas, deve ser entregue uma Lição de Casa (Relato de um Avançando na Prática – Atividade a ser realizada com os alunos), p. 46.
A entrega do relato, por parte do cursista, deve ser no mesmo dia de desenvolvimento da oficina das respectivas unidades. A Lição de Casa é escolhida de qualquer unidade do TP, observando principalmente as atividades da Transposição Didática. Em relação ao registro escrito da atividade, é entregue ao cursista uma lista de tópicos com as principais informações que devem constar no seu relato.
A entrega do relato é, geralmente, após o desenvolvimento da oficina das respectivas unidades.
11. APLICAÇÃO DA ATIVIDADE DE
MATEMÁTICA A Lição de Casa (Relato de uma Transposição didática) é com base no Socializando o seu Conhecimento, seção do TP onde possui descritos os principais pontos para aplicação das atividades em sala de aula, e estará apenas nas unidades pares, p. 49.
A entrega do relato, por parte do cursista, deve ser no mesmo dia de desenvolvimento da oficina das respectivas unidades. A Lição de Casa é escolhida de qualquer unidade do TP, observando principalmente as atividades da Transposição Didática. Em relação ao registro escrito da atividade, é entregue ao cursista uma lista de tópicos com as principais informações que devem constar no seu relato.
A entrega do relato é, geralmente, após o desenvolvimento da oficina das respectivas unidades.
12. COMPENSAÇÃO DE FALTA ÀS ATIVIDADES PRESENCIAIS Se por motivo de saúde o cursista perder uma atividade presencial, poderá compensá-la com outras atividades, a critério do formador, p. 51. A compensação das faltas é feita através da reposição de Oficinas às quais o cursista apresentou um atestado médico. Elas são realizadas a critério do formador, sem caráter obrigatório e de acordo a realidade de cada um, considerando um número máximo de oficinas a serem repostas. Neste caso, o atestado do cursista não abona a falta, salvo as situações regulamentadas pelo Estauto do Magistério Público.
13. FREQUÊNCIA Mínimo de 90%, p. 51. Mínimo de 75%, de acordo com o Estatuto do Magistério Público.
14. CARGA HORÁRIA Carga Horária Total de 300h, p. 53. Carga Horária Total de 373h.
15. AVALIAÇÃO DO PROGRAMA Sugere que, ao final de cada módulo, seja feita uma reunião de Avaliação das ações e do progresso dos alunos frente as propostas do GESTAR II com toda a Comunidade Escolar (diretor, professores, pais, funcionários e demais integrantes da Comunidade), p. 53. Não é realizada este tipo de avaliação.
ORIENTAÇÕES AO CURSISTA
Coordenador, Diretor, Vice-diretor (sem turma) e Técnico da Direc
Gestar II - Língua portuguesa / Matemática
1. Informações que devem constar no Relato do professor cursista coordenador a ser entregue ao formador:
Desenvolvimento da Atividade/Procedimentos (item 5.1): Descrever, passo a passo, como você desenvolveria a atividade na sala de aula. Qual objetivo da Atividade: objetivos percebidos que se pretenda alcançar com esta atividade, observando o conteúdo da seção.
Habilidades a serem desenvolvidas: consultar PCN da área. Sugestões: Por exemplo, como seria feito a mobilização de conhecimentos prévios, estratégias de formação de grupos, entrega do material, discussão e contextualização, trabalho em grupo, mediação, apresentação dos grupos, produção ou desenvolvimento de atividades, sistematização e avaliação.
Nos item 5.2 relate a análise crítica da atividade: reflexão sobre o tema do caderno, relação do objetivo da seção com a atividade proposta, duração da atividade em número necessário de aulas para o seu bom desenvolvimento, recursos necessários, viabilidade do trabalho em grupo, outras sugestões, textos outros e procedimentos.
2. Nos campos, 1 e 2, digite todas as informações solicitadas. O item 3 e 4 é reservado ao formador.
3. Nos campos 5 caso o espaço não seja suficiente, insira as linhas (continuando a digitar) que se fizerem necessárias para a redação de suas considerações.
4. Prime pela organização do seu trabalho. Se possível apresente o seu relato digitado. Lembre-se que a qualidade e organização de cada um dos seus relatos repercutirá na apresentação final do seu Portfólio.
5. Salve este formulário em seu computador como “modelo de relato”.
6. Numere as páginas, rubricando aquelas onde não conste sua assinatura.
7. Anexos: textos, atividades elaboradas (procedimentos).
ORIENTAÇÕES AO PROFESSOR CURSISTA – L.Portuguesa/Matemática
1. Informações que devem constar no Relato do professor cursista a ser entregue ao Formador:
• Desenvolvimento da Atividade/Procedimentos (item 5.1): Descrever, por aula e passo a passo, a atividade desenvolvida. Por exemplo, como foi feita a mobilização de conhecimentos prévios, estratégias de formação de grupos, entrega do material, discussão e contextualização, trabalho em grupo, mediação, apresentação dos grupos, produção ou desenvolvimento de atividades, sistematização e avaliação.
• Nos itens 5.2 e 5.3, relate, também minuciosamente, os aspectos que o levaram a considerar que os objetivos previstos foram ou não alcançados. Atente para inserir suas reflexões críticas sobre a atividade, inclusive avaliando e descrevendo as estratégias utilizadas por você e pelos alunos durante a realização.
• Relato por escrito dos alunos referente às estratégias utilizadas no desenvolvimento das atividades.
• Avaliação crítica dos alunos, por escrito, em relação à atividade aplicada.
• Anexos: Textos complementares, produções, exercícios, fotos legendadas.
2. Nos campos, 1 e 2, digite todas as informações solicitadas. O item 3 e 4 é reservado ao formador.
3. Planeje passo a passo a atividade a ser aplicada, não esquecendo os riscos e ações preventivas. Lembre-se que o seu empenho propiciará um ambiente de ensino-aprendizagem adequado e facilitará o desenvolvimento dos alunos.
4. Nos campo 5 caso o espaço não seja suficiente, insira as linhas (continuando a digitar) que se fizerem necessárias para a redação de suas considerações.
5. Para melhorar a qualidade do seu trabalho, se possível, registre fotograficamente diversos momentos da realização da atividade, anexando as fotos ao seu relatório (as fotos podem ser impressas em papel ofício).
6. Prime pela organização do seu trabalho. Se possível apresente o seu relato digitado. Lembre-se que a qualidade e organização de cada um dos seus relatos repercutirão na apresentação final do seu Portfólio.
7. Salve este formulário em seu computador como “modelo de relato”.
8. Numere as páginas, rubricando aquelas onde não conste sua assinatura.
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
quinta-feira, 10 de setembro de 2009
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